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Energia e longevidade: por que suplementar coenzima Q10?

O aumento da expectativa de vida é uma realidade no Brasil. Dados divulgados pelo IBGE em 2024 mostram que as pessoas nascidas no país em 2023 podem viver 76,4 anos, em média. Ou seja, 30 anos a mais do que brasileiros nascidos em 1940.

Uma mudança positiva, impulsionada por fatores como melhores condições de saneamento para a população, por exemplo. Mas não basta viver mais, queremos viver bem pelo tempo adicional que teremos em relação aos nossos antepassados, certo?

A longevidade saudável se tornou uma busca consciente para muitas pessoas. Nesse contexto, a ciência da nutrição assume um papel protagonista ao trazer evidências de como determinados nutrientes ajudam a modular processos biológicos do envelhecimento. 

Um dos compostos que mais tem se destacado nessa linha de investigação é a coenzima Q10 (ou CoQ10), também chamada de ubiquinona. 

Vital para a produção de energia celular e com potente ação antioxidante, a CoQ10 pode ser uma grande aliada nutricional na promoção da longevidade saudável

Neste texto, vamos mostrar como ela atua no organismo e de que forma pode contribuir para que a passagem dos anos tenha menor impacto sobre nossa saúde e vitalidade. 

Boa leitura!

O que você vai aprender neste artigo:

  • O que é coenzima Q10 e qual sua função
  • Relação entre CoQ10 mitocôndria e produção de energia
  • O poder antioxidante da coenzima Q10: aliado da longevidade
  • Como o envelhecimento leva à queda na produção de CoQ10
  • Suplementação de coenzima Q10 e longevidade: o que diz a ciência?
  • Conclusão 

O que é coenzima Q10 e qual a sua função

A coenzima Q10 (também chamada de CoQ10 ou ubiquinona) é uma molécula produzida naturalmente pelo corpo humano. Ela está presente em praticamente todas as células como componente funcional e estrutural da cadeia respiratória mitocondrial (relativa às mitocôndrias). 

A CoQ10 desempenha funções vitais para o funcionamento celular. A primeira está relacionada à produção de energia e a segunda à proteção antioxidante. 

Relação entre CoQ10 mitocôndria e produção de energia

Para entender a real importância da coenzima Q10 vamos voltar um passo e falar sobre as mitocôndrias, popularmente conhecidas como as usinas de energia das nossas células. E por quê?

Bem, elas são responsáveis por converter os nutrientes que ingerimos em ATP (trifosfato de adenosina), a principal molécula fornecedora de energia para inúmeros processos biológicos do corpo humano, da contração dos músculos até o raciocínio. 

A CoQ10 atua no transporte de elétrons em diferentes etapas da cadeia respiratória das mitocôndrias (especificamente dos Complexos I e II para o Complexo III) o que é fundamental para a produção de ATP e a eficiência energética celular. 

Sem níveis adequados de CoQ10, a capacidade de geração de energia das mitocôndrias fica prejudicada. É  por isso que ela está, naturalmente, mais presente em em tecidos com alta demanda energética, como o cérebro, os rins e os músculos. 

O poder antioxidante da coenzima Q10: aliado da longevidade 

A coenzima Q10 também tem um importante papel antioxidante, ou seja, ela ajuda a proteger o organismo dos efeitos do estresse oxidativo, que acontece quando há excesso de radicais livres circulantes. 

Esse desequilíbrio é um dos principais fatores associados ao envelhecimento celular e desenvolvimento de diversas condições crônicas de saúde. 

A presença da ubiquinona nas células contribui para estabilizar a vitamina E e neutralizar radicais livres, ajudando a preservar a integridade das proteínas e do DNA. 

Como o envelhecimento leva à queda na produção de CoQ10

Assim como acontece com diversas outras substâncias sintetizadas naturalmente pelo nosso organismo, a coenzima Q10 sofre uma queda com o avançar da idade, principalmente, após os 40 anos. 

Essa redução está associada a alguns aspectos bem comuns do envelhecimento:

  • Disfunção mitocondrial: com menor quantidade de CoQ10, a produção de energia perde eficiência, levando à perda de vitalidade e fadiga.
  • Aumento do estresse oxidativo: a menor proteção antioxidante acelera o dano celular, contribuindo para o envelhecimento das células (senescência).
  • Maior risco de doenças: níveis menores de CoQ10 aumentam o risco de desenvolvimento de doenças crônicas relacionadas à idade, especialmente as cardiovasculares e neurodegenerativas.

Ou seja, manter níveis protetores de coenzima Q10 se torna um desafio na maturidade. Por isso, a suplementação tem sido explorada nesse contexto para ajudar a frear os danos decorrentes da queda natural de CoQ10 no organismo e, assim, promover a longevidade saudável. 

Ela se mostra uma estratégia interessante, especialmente, para combater processos nocivos em tecidos com alto consumo energético, como coração, neurônios e rins, ou órgãos afetados por doenças crônicas. 

Suplementação de coenzima Q10 e longevidade: o que diz a ciência?

Diversos estudos científicos têm sido realizados para avaliar o potencial positivo da suplementação de coenzima Q10 e os resultados são animadores, com destaque para os benefícios a seguir:

Melhora da função mitocondrial e geração de energia

O uso de suplementos de CoQ10 se mostrou eficaz em restaurar os níveis dessa coenzima nas mitocôndrias de diferentes tecidos, favorecendo assim a bioenergética celular.

Protegendo contra o envelhecimento da pele

Na pele, a coenzima Q10 demonstrou reduzir o envelhecimento induzido pelo estresse oxidativo em fibroblastos senescentes, diminuindo marcadores de envelhecimento celular e inibindo o fenótipo secretor inflamatório (SASP), um conjunto de moléculas inflamatórias liberadas por células envelhecidas que favorecem a degradação do tecido.

Impacto nos marcadores de longevidade

Estudo avaliou a suplementação de 200 mg de CoQ10 combinada com 200 μg de selênio em idosos, durante 42 meses. A suplementação melhorou a qualidade de vida, a vitalidade e a função cardíaca e também preveniu o encurtamento dos telômeros.

Os telômeros são como capas protetoras nas extremidades dos nossos cromossomos, seu encurtamento progressivo é um dos principais marcadores do envelhecimento biológico. 

A suplementação de coenzima Q10 é uma estratégia nutricional de suporte à longevidade baseada em evidências. No entanto, para que seus resultados sejam os melhores possíveis, é importante que seja feita de forma adequada. 

Isso significa utilizar suplementos de alta biodisponibilidade e doses adequadas às necessidades individuais, preferencialmente, sob orientação de nutricionista ou médico. 

Conclusão 

O envelhecimento é um processo complexo e natural, que traz consigo alguns desafios. Os avanços científicos, porém, permitem que possamos atravessar alguns deles com menos dificuldade e mais qualidade de vida, atingindo o que chamamos de longevidade saudável. 

Falando de nutrição, a coenzima Q10 se destaca nesse processo, atuando na produção de energia celular e na defesa antioxidante do nosso organismo. 

A suplementação de CoQ10 é uma alternativa a ser considerada de modo especial para pessoas acima dos 40 anos, já que a partir dessa idade a queda na produção natural é significativa. 

Sua capacidade de melhorar a função mitocondrial, combater o estresse oxidativo e modular marcadores importantes de envelhecimento (como o comprimento dos telômeros) faz da coenzima Q10 uma grande aliada de quem busca não apenas viver mais anos, como ter mais vitalidade durante todos eles. 

Buscar a orientação de nutricionista ou médico é importante para definir uma estratégia de suplementação personalizada, segura e eficiente. 

Compartilhe esse artigo com aquela pessoa que você quer que viva bem por muitos e muitos anos!

Referências bibliográficas

IBGE – Agência de Notícias. “Em 2023, expectativa de vida chega aos 76,4 anos e supera patamar pré-pandemia”. Novembro 2024. Disponível em:

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-denoticias/noticias/41984-em-2023-expectativa-de-vida-chega-aos-76-4-anos-e-superapatamar-pre-pandemia. Acesso em: 16 de setembro de 2025.

DOI: 10.3390/nu14163346

DOI: 10.3390/nu11092221

DOI: 10.3389/fphys.2018.00044

DOI: 10.3389/fphys.2018.00044

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